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Foto/Divulgação: Magnific

Doenças cardiovasculares provocam cerca de 400 mil mortes por ano no Brasil e prevenção passa também pela atenção à saúde das artérias e veias


As doenças cardiovasculares continuam sendo a principal causa de morte no Brasil e no mundo. Durante o Setembro Vermelho, mês dedicado à conscientização e prevenção dessas doenças, o alerta vai além dos cuidados com o coração. Artérias e veias fazem parte desse mesmo sistema e podem dar sinais de que algo não vai bem com a circulação antes do surgimento de complicações mais graves.

No cenário mundial, a página da OMS foi atualizada em julho de 2025 e informa que as doenças cardiovasculares causaram cerca de 19,8 milhões de mortes em 2022, correspondendo a aproximadamente 32% de todas as mortes no mundo. Mais de 80% dessas mortes decorreram de infarto e AVC.

Já dados do indicador RIPSA (Rede Interagencial de Informações para a Saúde) 2026, elaborado com dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade, registra 388.177 mortes por doenças cardiovasculares em 2023, sendo 205.159 entre homens e 182.997 entre mulheres. A taxa bruta foi de 183,4 mortes por 100 mil habitantes.

Em agosto de 2026, a Sociedade Brasileira de Cardiologia lançou a Carta do Coração, cujo objetivo é de fazer da saúde cardiovascular uma prioridade permanente das políticas públicas do país. Fundamentada nas recomendações da World Heart Federation (WHF) e reunidas no documento World Heart Vision 2030, o documento destaca dados publicados na Estatística Cardiovascular – Brasil 2023. As doenças cardiovasculares têm sido responsáveis por cerca de 31% dos óbitos no país, acometendo diferentes classes sociais, com maior peso sobre os mais jovens, os mais idosos e as pessoas de menor escolaridade e renda. Segundo dados do Ministério da Saúde e do DATASUS, cerca de 400 mil brasileiros morrem a cada ano em decorrência de doença cardiovascular, tendo como principais condições o infarto agudo do miocárdio, o acidente vascular cerebral, a insuficiência cardíaca e a morte súbita.

Apesar dos números expressivos, muitos dos fatores de risco podem ser prevenidos ou controlados. Hipertensão, colesterol elevado, diabetes, tabagismo, sedentarismo, obesidade e alimentação inadequada estão entre as condições que aumentam o risco cardiovascular.

Mas quando se fala em prevenção, o olhar costuma estar concentrado no coração. Segundo a Dra. Haila Almeida, médica cirurgiã vascular e fundadora do Instituto Alphaveins, é preciso entender a saúde cardiovascular de maneira mais ampla.

“O coração não funciona de forma isolada. Ele depende de uma extensa rede de vasos que leva sangue para todo o organismo. Quando artérias ou veias apresentam alterações, o corpo pode começar a dar sinais que muitas vezes são ignorados. Prestar atenção à circulação também faz parte da prevenção cardiovascular”, explica.

Sintomas como dor nas pernas ao caminhar, inchaço persistente, sensação de peso, mudanças na coloração da pele e feridas que demoram para cicatrizar podem indicar alterações circulatórias e merecem avaliação médica. Em alguns casos, doenças dos vasos sanguíneos podem evoluir silenciosamente e uma complicação grave ser a primeira manifestação do problema.

A especialista reforça que a prevenção não deve começar apenas quando os sintomas aparecem. “Esperar a dor ficar intensa ou uma limitação surgir para procurar atendimento é um erro comum. Avaliar fatores de risco e incorporar hábitos que protejam a circulação ao longo da vida permite identificar problemas mais cedo e reduzir as chances de complicações”, acrescenta a Dra. Haila.

A especialista está disponível para entrevistas e pode esclarecer:

  • Coração e vasos estão conectados:por que saúde cardiovascular não diz respeito apenas ao coração e qual é o papel das artérias e veias;
  • Sinais que as pernas podem revelar:quando dor ao caminhar, inchaço, peso, alterações na pele e outros sintomas merecem investigação;
  • Doenças silenciosas:quais problemas vasculares podem evoluir sem sintomas claros e por que o acompanhamento preventivo é importante;
  • Fatores de risco:como hipertensão, colesterol alto, diabetes, tabagismo, obesidade e sedentarismo afetam também a circulação;
  • Prevenção no dia a dia:quais hábitos ajudam a preservar a saúde vascular e cardiovascular;
  • Quando procurar um cirurgião vascular:em quais situações uma avaliação especializada pode ajudar no diagnóstico precoce.

 

Dra. Haila Almeida

 

Médica cirurgiã vascular com atuação focada em tratamentos de vasinhos e varizes por meio da tecnologia a laser. É fundadora e líder do Instituto Alphaveins, clínica reconhecida por seu padrão de excelência em medicina vascular de alta performance. Com sólida formação e vivência prática, alia conhecimento técnico, gestão estratégica e experiência humana para ir além do tratamento, promovendo também o autocuidado, longevidade e autoestima, com foco em resultados reais, segurança e uma experiência verdadeiramente memorável.

 

Empresária e mentora de outros profissionais da área da saúde, conduz uma abordagem inovadora na formação de médicos empreendedores, apoiando o desenvolvimento de carreiras conceituadas, éticas e bem-posicionadas.

 

À frente do Alphaveins, coordena uma equipe multidisciplinar, desenvolve protocolos exclusivos e mantém-se atualizada com as mais recentes tecnologias no campo da cirurgia vascular.

Reconhecida por sua liderança inspiradora e conhecimento prático, mantém atuação ativa também como comunicadora nas redes sociais, promovendo informação acessível e conscientização sobre cuidados vasculares. Mais informações: https://www.instagram.com/hailaalmeidaa/

Sobre o Instituto Alphaveins

Localizado em Alphaville (SP), o Instituto Alphaveins é especializado em medicina vascular de alta performance. Fundado e liderado pela médica vascular Dra. Haila Almeida, o centro reúne atendimento clínico, procedimentos minimamente invasivos e exames diagnósticos realizados no próprio local.

O Instituto atua no diagnóstico e tratamento de vasinhos e varizes com uso de tecnologia a laser, reúne corpo clínico especializado e estrutura voltada à precisão e segurança. O modelo de atendimento integra ciência, tecnologia e prática médica baseada em evidências.

Além da assistência direta ao paciente, o Alphaveins desenvolve programas de capacitação para profissionais da saúde e mantém protocolos próprios voltados à prática vascular no setor privado. Com atuação reconhecida no segmento, o Instituto também se tornou referência em desenvolvimento de carreira médica e empreendedorismo feminino na medicina. Mais informações: www.alphaveins.com.br / https://www.instagram.com/alphaveins/

Fonte: Fran Oliveira – Oficina da Comunicação

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