Deputado Vitor Junior e Fernando Tinoco na Alerj

Deputado Vitor Junior e Fernando Tinoco na Alerj. Foto/Divulgação

O deputado estadual Vitor Junior protocolou na Assembleia Legislativa (Alerj) projeto de lei que reconhece o Clube Central como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Estado. A iniciativa busca preservar e valorizar a memória de uma instituição fundada em 18 de julho de 1920 e que se tornou parte da história social, cultural, esportiva e institucional de Niterói e do Rio de Janeiro.
“O Central faz parte da memória fluminense. São 106 anos de histórias. Reconhecer esse patrimônio é dizer que aquilo que foi construído por tantas pessoas antes de nós merece ser preservado e transmitido às próximas gerações. É uma homenagem aos que fizeram essa história e, ao mesmo tempo, um compromisso com aqueles que ainda vão escrevê-la”, lembra o presidente do Central, Fernando Tinoco.
Para o deputado Vitor Junior, o reconhecimento estadual representa também uma forma de preservar uma instituição profundamente ligada à identidade de Niterói. 
“O Central é parte da história de Niterói e do nosso Estado. Quem conhece a cidade conhece a importância dessa instituição, que atravessou mais de um século participando da vida cultural, social e esportiva da nossa população. Tenho muito orgulho de iniciar esse processo na Alerj para que o governo estadual reconheça oficialmente um patrimônio que os niteroienses já reconhecem há muitas gerações. Preservar o Central é preservar uma parte importante da memória de Niterói”, diz o deputado.
Em 2026, o edifício-sede do Central, conhecido como Palácio de Mármore, completa 50 anos. Projetado pelo arquiteto Manoel Machado, um dos nomes marcantes da arquitetura de Niterói, o prédio começou a ser construído durante a segunda gestão do Almirante Gustavo Gurgulino de Souza e foi concluído e inaugurado em julho de 1976, na presidência de Rubens Maragno. 
O presidente do Central explica que o reconhecimento proposto na Alerj tem natureza imaterial, buscando proteger a história, a memória, as tradições e o papel cultural e social desempenhado pelo clube, sem impedir o processo de modernização e qualificação da estrutura física.
Fonte: Renato Guima

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