Oficina ‘O Primeiro Cuidado’ reforça a importância da humanização no acolhimento na rede municipal de Saúde de Itaboraí

Foto/Divulgação

Ação reuniu profissionais em momentos de conversa, atividades práticas e treinamento sobre a importância de acolher com empatia desde a chegada do paciente à unidade

O Hospital Municipal Desembargador Leal Júnior, em Nancilândia, recebeu nesta quinta-feira (27/08), a oficina “O Primeiro Cuidado – Humanização no Acolhimento”, com o tema “Quando o cuidado começa antes do atendimento”. A iniciativa teve como objetivo fortalecer, entre os profissionais da unidade, a importância de um atendimento mais humanizado, acolhedor e atento às necessidades de pacientes e familiares.

A programação contou com momentos de conversa e troca de experiências, atividades práticas e lúdicas, representações de situações de atendimento e treinamento com os profissionais. A proposta parte de uma ideia fundamental, que é saber que o cuidado começa antes mesmo do atendimento assistencial.

Para a secretária municipal de Saúde, Analice Rangel, ações de humanização são fundamentais para fortalecer uma rede de saúde que valoriza não apenas o atendimento, mas também a forma como cada pessoa é recebida.

“Quando uma pessoa procura uma unidade de saúde, ela muitas vezes chega em um momento de dor, preocupação, medo ou fragilidade. Por isso, o acolhimento precisa fazer parte de todo o processo. Humanizar é olhar, ouvir e tratar cada pessoa com respeito, empatia e atenção. Essa oficina reforça justamente esse compromisso de toda a nossa equipe com um atendimento cada vez mais humano e de qualidade”, disse a secretária.

A subsecretária de Urgência e Emergência, Gisele Mataruna, destacou que a humanização precisa estar presente em todos os momentos da jornada do paciente dentro da unidade.

“O cuidado começa desde a chegada à unidade. Cada palavra, cada orientação e cada gesto fazem diferença para quem está passando por um momento de fragilidade. Por isso, precisamos fortalecer essa cultura de acolhimento entre todos os profissionais, entendendo que a humanização também é uma ferramenta essencial para qualificar o atendimento em saúde”, falou a subsecretária.

O diretor geral do Hospital Municipal Desembargador Leal Júnior, Paulo Coelho, ressaltou que o acolhimento não é uma responsabilidade exclusiva das equipes assistenciais e deve envolver todos os profissionais que atuam na unidade.

“É importantíssimo que a gente tenha essa ideia conjunta de que o acolhimento não é uma exclusividade da equipe assistencial. É de todos nós. Todos que trabalham dentro de uma unidade hospitalar precisam ter essa empatia e esse cuidado, tanto com os pacientes quanto com seus familiares e com todos que procuram assistência. Essas pessoas não estão aqui por diversão; elas vêm por uma necessidade, muitas vezes em um momento de fragilidade, e precisam de apoio. Por isso, é fundamental essa conscientização de toda a equipe”, finalizou o diretor.

A iniciativa busca mostrar que a excelência no atendimento vai além dos procedimentos técnicos, pois ela se constrói no olhar, na escuta, na palavra e na forma como cada pessoa é acolhida ao chegar à unidade de saúde.

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