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Empreendedora e profissional do setor de eventos apresenta propostas voltadas para segurança, mulheres, saúde mental, empreendedorismo e proteção de crianças
Da experiência de quem cresceu e começou a vida profissional em uma comunidade popular à decisão de disputar um espaço no Legislativo estadual. É assim que Cris Goulart apresenta sua trajetória e sua entrada na política. Nascida e criada na Barreira do Vasco, ela construiu, ao longo de mais de três décadas, uma carreira ligada ao empreendedorismo, ao mercado de eventos e aos negócios. A candidatura nasce, segundo Cris, da percepção de que muitos dos desafios enfrentados no cotidiano por trabalhadores, empreendedores e famílias também precisam ser discutidos dentro das instituições públicas.
“Minha história na política começa muito antes de uma candidatura. Venho de uma origem humilde e passei mais de 30 anos aprendendo, na prática, a trabalhar, empreender, enfrentar problemas e criar oportunidades. Decidi entrar para a política porque acredito que pessoas comuns, trabalhadoras e comprometidas também precisam ocupar os espaços de decisão”, afirma.
A proposta de Cris é levar para a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) uma atuação baseada em temas como família, liberdade, segurança, trabalho, responsabilidade e geração de oportunidades. Entre suas principais bandeiras estão a ampliação das políticas de proteção às mulheres, a atenção à saúde mental dos profissionais de segurança pública e de seus familiares, a proteção de crianças e adolescentes, o apoio às famílias atípicas e o incentivo ao empreendedorismo.
Na área de segurança pública, Cris defende o fortalecimento das políticas de prevenção e combate à violência contra a mulher, com ampliação da proteção às vítimas e suas famílias e maior rigor na responsabilização dos agressores. Outra preocupação é a saúde mental dos profissionais das forças de segurança. A candidata propõe a criação e ampliação de programas de atendimento psicológico, prevenção ao suicídio e acompanhamento especializado para policiais e seus familiares, incluindo a criação de estruturas específicas de atendimento em saúde mental.
“Não podemos falar de segurança pública sem olhar para quem está diariamente na linha de frente. O policial também precisa ser cuidado. Precisamos cuidar da saúde mental desses profissionais e de suas famílias, melhorar as condições de trabalho e oferecer estrutura para que possam exercer sua função com dignidade”, defende.
Mulheres, jovens e independência financeira
O empreendedorismo aparece também como instrumento de autonomia para as mulheres. Empreendendo desde os 14 anos de idade, Cris pretende defender programas de capacitação, acesso ao crédito, geração de renda e abertura de novos mercados, especialmente para mulheres em situação de vulnerabilidade. A ideia é estimular a independência financeira como uma das ferramentas de enfrentamento à violência e à vulnerabilidade social.
“Muitas mulheres permanecem presas a situações de violência porque não têm autonomia financeira para recomeçar. Capacitação, trabalho, crédito e empreendedorismo podem ser ferramentas importantes para que elas tenham condições de construir uma nova história”, afirma a candidata, que também pretende levar para o Legislativo uma agenda voltada aos pequenos
Fonte: Ascom Cris Goulart
