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Foto/Divulgação: Octacílio Barbosa

O Estado do Rio poderá criar o Programa “Jogos Eletrônicos Inclusivos – Gameterapia”, que prevê o uso de jogos eletrônicos como ferramenta terapêutica complementar para pessoas com deficiência, síndromes e com o Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A medida consta no Projeto de Lei 3.565/24, aprovado em segunda discussão, nesta quarta-feira (19/08), pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). O texto seguirá para o Governo do Estado, que terá prazo de até 15 dias úteis para sancionar ou vetar a proposta.

A gameterapia poderá ser realizada em instituições públicas ou privadas, por meio de sessões individuais ou em grupo. Os atendimentos deverão ser conduzidos por profissionais capacitados e habilitados para o exercício da atividade.

De acordo com a norma, o tratamento também deverá contar com avaliações qualitativas periódicas, com o objetivo de acompanhar os resultados e adequar as atividades às necessidades de cada paciente. Os objetivos terapêuticos individualizados serão identificados por fisioterapeutas ou terapeutas ocupacionais.

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