Arapuca_Foto_Kayo

Arapuca. Foto/Divulgação: Kayo

A Albatroz Cia de Teatro é um grupo sediado em São Gonçalo (RJ), fundado em 2017, este mês vai completar 9 anos de atividades com muito sucesso. O grupo foi criado pelos artistas Felipe Moraes e Jéssica Barreto. A companhia desenvolve um trabalho contínuo de pesquisa entre Teatro e Literatura, com foco na articulação entre arte, educação e identidade cultural. Filiada à FETAERJ desde sua criação, a Albatroz tem se destacado em festivais e mostras nacionais, colecionando prêmios e reconhecimento em diversas categorias. Com espetáculos premiados como Notícias Pelos Ares, O Alienista, Aonde o rio vai ou Quando o rio sobe e Um passarinho me contou, a Cia circula por escolas, centros culturais, teatros e eventos literários, promovendo ações formativas e reflexivas.

Arapuca. Foto/Divulgação: Kayo

Entre seus projetos, destacam-se Palavras em Negrito, que une cena e debate sobre questões étnico-raciais, e Arapuca, montagem baseada em Clara dos Anjos, de Lima Barreto. Contemplada por editais como Lei Aldir Blanc, Cultura Presente nas Redes, FIRJAN, FOCA, Lei Paulo Gustavo e SESC Pulsar, a Albatroz firma-se como um dos principais coletivos artísticos da cena gonçalense contemporânea. Em 2024, foi homenageada com o Prêmio Ubuntu – Arte em Movimento e recebeu Moção de Aplausos da Câmara Municipal de São Gonçalo por sua relevante contribuição à cultura local. 

 

CURRÍCULO DO GRUPO

A Albatroz Cia de Teatro foi fundada em 2017 pelos artistas gonçalenses Felipe Moraes e Jéssica Barreto.  A companhia desenvolve pesquisas entre Teatro e Literaturas utilizando os dois segmentos como ferramentas culturais relacionadas aos processos de arte e educação. A Companhia é situada na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, na cidade de São Gonçalo, e é filiada à Federação de Teatro Associativo do Estado do Rio de Janeiro (FETAERJ), desde o ano de sua fundação. O grupo vem apresentando seus trabalhos em Festivais Nacionais, Mostras Culturais, Feiras Literárias, Escolas e Ocupações. Premiada em diversas categorias pelos seus trabalhos, realizou projetos contemplados nos editais: Cultura Presente nas Redes 1 e 2, Lei Aldir Blanc – São Gonçalo, Edital de Cultura da FIRJAN, Lei Paulo Gustavo – São Gonçalo e SESC Pulsar.

O primeiro espetáculo da Albatroz, “Notícias Pelos Ares”, marca o início das pesquisas desenvolvidas pela Cia com estreia em 2017 no 39° Prêmio Paschoalino da FETAERJ, em Maricá. Em 2018, o espetáculo foi contemplado com a Mostra Territórios do SESC e contou com a supervisão e orientação artística do profissional Rodrigo França, apresentando nas  unidades  do  SESC  São  Gonçalo  e  Niterói. Em outubro de 2018, a cena “Palavras em Negrito”, fragmento do espetáculo “Notícias Pelos Ares”, participou da primeira edição da 2ª Black, coletivo negro que objetiva criar uma ação artística, onde artistas negros apresentassem seus processos criativos, se conhecessem e através de um olhar crítico de um intelectual ou artista também negro, estabelecessem um diálogo positivo e construtivo sobre a arte negra contemporânea na cidade do Rio de Janeiro. Neste mesmo ano, a companhia estreou o esquete “Aonde o rio vai ou Quando o rio sobe” no II Festival de Cenas do SATED na cidade de Itaboraí e destacou-se como Melhor Esquete, Melhor Direção e Melhor Ator por Felipe Moraes. Desde então o esquete vem apresentando em eventos, como a FLISGO – Feira Literária de São Gonçalo, Semana Pedagógica da Martins Pena, Circuito Ler pra Va-ler; e em grandes festivais nacionais, dentre eles o Festival de Petrópolis, Niterói em Cena, Festival de Cenas Curtas do Zimba, na Tijuca/RJ, Festival de Esquetes da FETAERJ – Prêmio Almério Belém, Festival Ziembinski de Esquetes Os Ciclomáticos e FESTU. A cena já foi premiada em diversas categorias destacando-se como Melhor Esquete, Melhor Direção, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem, Melhor Atuação em Grupo, Melhor Ator, Melhor Atriz e Melhor Cenografia.

Em 2019, o grupo estreou o espetáculo “O Alienista” no 12º FENTA – Festival Nacional de Teatro de Governador Valadares em Minas Gerais. A partir daí, junto com o espetáculo “Noticias Pelos Ares” participou de outros festivais do Circuito Minas Gerais: FACE – Festival de Teatro de Conselheiro Lafaiete, FETUBA – Festival de Teatro de Ubá e FESTPON – Festival de Teatro de Ponte Nova. Também participamos com os espetáculos do II e III FESTIFIC – Festival Interuniversitário de Cultura do Rio de Janeiro. Em dezembro, (re)estreamos o espetáculo “O Alienista” no SESC São Gonçalo, após participar do Projeto Incubadora, em que tivemos a supervisão artística do profissional gonçalense Ivan de Oliveira.

Em 2020, fomos contemplados pelo edital Cultura Presente nas Redes da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro com “O Alienista” que fez temporada online em nossa plataforma do Youtube. Também participamos com o espetáculo no 42º Prêmio Paschoalino – Online da FETAERJ, e fomos indicados a Melhor Espetáculo, segundo o júri do movimento. No final deste ano, a Companhia foi indicada ao Prêmio Cidadania Cultural da Cidade de São Gonçalo na Categoria Teatro.  

Em 2021, o projeto “Palavras em Negrito: da cena ao debate” foi contemplado no prêmio de desenvolvimento artístico cultural na Lei Federal Aldir Blanc no Município de São Gonçalo e o esquete “Aonde o rio vai ou Quando o rio sobe” foi contemplado no edital da FUNARTE RESPIRARTE com exibição da cena online em nosso canal do Youtube. Em setembro apresentamos o espetáculo “O Alienista” na semana de inauguração do Teatro Municipal de São Gonçalo,

Em 2022, o grupo foi contemplado pelo edital Cultura Presente nas Redes 2 da Secretaria Estadual de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro com os projetos “Palavras em Negrito” e “Aonde o rio vai ou Quando o rio sobe”. Em setembro, a convite do SESC São Gonçalo, o grupo estreou a performance “O Alabê das cantigas encantadas” no show “Farol das Estrelas: Celebrando a música e poesia de Altay Veloso” em homenagem ao artista gonçalense Altay Veloso, no projeto Palavra Líquida. O grupo também realizou neste projeto uma palestra sobre a Companhia e o processo de construção da performance. 

Em novembro, estreou o projeto online “Palavras em Negrito”, contemplado no Edital Cultura Presente nas Redes 2, o qual exibia trechos do espetáculo “Notícias Pelos Ares” seguidos de dois encontros: um sobre “Racismo Estrutural” com Lore,  e o outro sobre “Expressões Racistas do Período Colonial na Contemporaneidade” com Maria Carol Leguede. Neste mesmo mês, o grupo ministrou uma oficina de teatro no II Festival Preto Vivo, no Centro Cultural Joaquim Lavoura, em São Gonçalo/RJ.

Em abril de 2023, estreamos o espetáculo “Um passarinho me contou” no 45° Prêmio Paschoalino da FETAERJ, e fomos contemplados como Destaque de Pesquisa Corporal e indicados como Destaque de Sonoplastia e Iluminação. Em setembro, estreamos o espetáculo “O Alabê das Cantigas Encantadas” na Mostra de Artes Singular (MAS), na Arena Carioca Sandra Sá, em Santa Cruz. Em outubro, apresentamos o projeto “O Alienista: do conto ao texto dramático” no Teatro FIRJAN SESI Caxias, pelo edital de Cultura Sesi Firjan na categoria Literatura. Neste mesmo mês, apresentamos os espetáculos “O Alienista” e “Um passarinho me contou” no Teatro Municipal de São Gonçalo. Em novembro, os fundadores da companhia foram contemplados com o Troféu Zizinho, em homenagem a personalidades gonçalenses da cultura e do esporte. Em dezembro, a integrante do grupo Lore representou a companhia na roda de conversa sobre Aquilombamento Cultural no 3o Festival Preto Vivo em São Gonçalo. Neste mesmo evento, Felipe Moraes e Jéssica Barreto declamaram poemas da Elisa Lucinda, presentes no espetáculo “Notícias Pelos Ares”. Em 2024, o grupo iniciou o processo da nova montagem da Cia “Arapuca”, trabalho baseado no livro “Clara dos Anjos” de Lima Barreto, contemplado no Edital de Cultura do SESI/FIRJAN na categoria Inéditos. Em abril deste ano, os integrantes da Cia receberam Moção de Aplausos da Câmara de Vereadores pela representatividade cultural no município de São Gonçalo; também apresentou o trabalho “Um passarinho me contou” no evento LER em movimento na Biblioteca Parque, no Centro do RJ. Em maio, apresentou a cena curta “Aonde o rio vai ou Quando o rio sobe” na Mostra do Impossível da Confraria do Impossível, no Terreiro Contemporâneo (RJ). Em junho, o espetáculo “O Alienista” fez curta temporada no Teatro Municipal Gonzaguinha, no Centro do RJ. Neste mesmo ano, participou do Laboratório de Políticas Culturais apresentando a cena curta “Aonde o rio vai ou Quando o rio sobe” e realizando oficina de plantio em duas escolas municipais de São Gonçalo. Em setembro, o espetáculo “Um passarinho me contou” fez parte da programação da Maré Literária, em Itaipu. A cena “Aonde o rio vai ou Quando o rio sobe” participou da 6ª edição da FLISGO e do IV Festival Preto Vivo. Em novembro, a companhia foi homenageada no Prêmio UBUNTU na categoria Arte em Movimento. Em dezembro, o grupo participou do evento de Natal de Niterói apresentando o espetáculo “Um passarinho me contou” no Horto do Barreto. Em fevereiro de 2025, apresentou a cena curta “Aonde o rio vai ou Quando o rio sobe” no projeto “Pausa para cena” no Parque Municipal Glória Maria, em Santa Teresa, e em março, a cena apresentou no 1º FESG – Festival de Esquetes de São Gonçalo recebendo os prêmios de 3° Melhor Cena e Melhor Direção, além das indicações de Melhor Cenografia, Melhor Figurino, Melhor Atriz Coadjuvante por Lore e Melhor Ator Coadjuvante por Felipe Moraes. Neste mesmo mês, apresentou o espetáculo “Arapuca” no Teatro Oi Futuros – Arte e Tecnologia, no Flamengo.

Em abril, a Cia iniciou dois projetos contemplados em editais: a circulação do espetáculo “O Alienista” por escolas do município de São Gonçalo, contemplado na Lei Paulo Gustavo, no município de São Gonçalo e circulação do espetáculo “Um passarinho me contou” em cinco unidades do SESC pelo Edital SESC PULSAR.

 Em julho, participou com a cena “Aonde o rio vai ou Quando o rio sobe” da Mostra de Cenas Curtas do 3º Festival de Teatro Amir Haddad, na Lapa (RJ)), do projeto Cena Preta em Movimento do Confraria do Impossível com “Arapuca”, do 48° Prêmio Paschoalino da FETAERJ com “Arapuca” recebendo 11 indicações e em agosto do XII FESTPON, em Ponte Nova (MG), recebendo 5 indicações. Ainda neste festival, o espetáculo “Um passarinho me contou” recebeu os prêmios de Melhor Espetáculo pelo Júri Técnico e Popular, Melhor Direção e Melhor Atriz a Lore, e a indicação de Melhor Figurino.

Em janeiro de 2026, o grupo fez curta temporada do espetáculo “Um passarinho me contou” no Centro de Artes da UFF, em Niterói, e em fevereiro apresentou no Festival Miscelânea no Shopping Itaboraí Plaza. Em maio, participou como espetáculo convidado do Festival Brasil de Todos os Ritmos, na cidade de Miracema (RJ), ampliando sua circulação pelo interior do estado e fortalecendo o diálogo com diferentes públicos e contextos culturais. Ainda neste ano, fará circulação de “Arapuca” por 5 unidades do SESC, contemplado no Edital SESC PULSAR.

Fonte: Ascom 

  

  

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