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Foto/Divulgação: Albert Andrade

Laboratório Aberto reúne especialistas em checagem de fatos para debater os impactos da Inteligência Artificial Generativa no cotidiano

 

O Museu do Amanhã, instituição da Prefeitura do Rio de Janeiro sob gestão do idg – Instituto de Desenvolvimento e Gestão, convida o público 50+ para um debate sobre desinformação e os impactos do uso da Inteligência Artificial no cotidiano. A atividade, que será realizada na próxima quarta-feira (22 de julho), das 14h às 16h, será conduzida pelo jornalista Matheus Soares, coordenador de conteúdo do Aláfia Lab e do *desinformante, e por Carla Rodrigues, coordenadora de Plataformas e Mercados Digitais na Data Privacy Brasil. Os dois são responsáveis pela plataforma “Observatório de IA nas Eleições”, que decodifica em tempo real conteúdos gerados por IA à medida que são difundidos.
 

O encontro é mais uma edição do Laboratório Aberto, programa de oficinas práticas que conecta a cultura maker a debates sobre arte, tecnologia e sociedade. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site oficial do Museu do Amanhã.
 

A proposta é discutir de forma simplificada, direta e didática sobre como conteúdos manipulados por Inteligência Artificial Generativa já afetam a percepção da realidade. Durante o encontro, os participantes vão treinar a leitura crítica de vídeos, áudios e imagens, aprender estratégias para checar fatos e proteger dados pessoais, além de discutir formas seguras de lidar com a circulação de informações em grupos. Como resultado prático, será produzida uma cartilha que poderá ser usada na avaliação de conteúdos recebidos e compartilhada com outros, multiplicando o acesso a caminhos de segurança da informação. 

Para Milena Godolphim, coordenadora de inovação do Museu do Amanhã, a iniciativa vem para suprir a necessidade de mais atividades que relacionam cultura e tecnologia para o público 50+. “Por ser um grupo muito atuante na vida comunitária e política, temos que envolvê-lo nos debates sobre tecnologia, cultura e informação. Como um museu de ciências, é parte da nossa missão combater a desinformação, e entendemos que, em momentos políticos decisivos, a segurança da informação se torna ainda mais crucial. Nosso eixo curatorial reforça que sustentabilidade é convivência e todas as ações contribuem para a sustentabilidade de sistemas de relações mais saudáveis, transparentes e informados”, afirma.
 

Durante o encontro, os participantes vão treinar a leitura crítica de vídeos, áudios e imagens, aprender estratégias para checar fatos e proteger dados pessoais, e discutir formas seguras de lidar com a circulação de informações em grupos. Como resultado prático, o grupo vai produzir uma cartilha que poderá ser usada na avaliação de conteúdos recebidos e compartilhada com outros, multiplicando o acesso a caminhos de segurança da informação. 

Sobre o Museu do Amanhã

O Museu do Amanhã é gerido pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão — idg. O projeto é uma iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro, concebido em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, instituição ligada ao Grupo Globo. Exemplo bem-sucedido de parceria entre o poder público e a iniciativa privada, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei Rouanet, conta com o Itaú como patrocinador estratégico, Shell, Vale e Motiva como mantenedores e patrocinadores que inclui IBM e TAG. Tem a Globo como parceiro estratégico, copatrocínio da Águas do Rio, Heineken e Saint-Gobain, apoio da Bloomberg, Engie, B3, White Martins, Caterpillar, Granado, Mattos Filho, EMS e Porto. Através da Lei de Incentivo Municipal tem o apoio da Accenture e Fitch Ratings e conta com a parceria de mídia da Rádio Mix, NovaParadiso, JB FM, Revista Piauí e Canal Curta ON.

Sobre o idg

Há 25 anos, o idg atua na gestão e desenvolvimento de projetos culturais, ambientais e educacionais. Une conhecimento, inovação, criatividade e ousadia para dar vida a ideias e contar histórias que provocam reflexões e criam experiências.
Guiado pelo propósito de esperançar futuros possíveis, implementou e gere o Museu do Amanhã e o Museu do Jardim Botânico, no Rio de Janeiro; o Museu das Favelas e o programa CultSP PRO, em São Paulo; o Paço do Frevo, no Recife; e o Museu das Amazônias, em Belém. Também é gestor operacional do Fundo da Mata Atlântica, no Rio de Janeiro.

 

Fonte: Marcele Ferraz

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