Fotos/Divulgação: Rafael Ribeiro (CBF) e Nelson Terme
Por Guilherme Pinheiro
Vinicius Júnior chamou a responsabilidade durante a coletiva de ontem e ressaltou que a seleção brasileira entra no torneio para buscar a taça sem aceitar desculpas. Apagar o passado recente e focar apenas no próximo jogo virou o mantra principal deste grupo de jogadores:
“A gente chega para ser campeão. Estamos no nível das grandes seleções, das grandes equipes. Estamos evoluindo nos últimos meses. Quando chega na Copa, zera tudo! Não importa quem chegou na última final, quem ganhou a Copa América, o que importa é o que vai acontecer a partir de amanhã (sábado).”
A grande dúvida, enfim, repousa sobre a química desta nova formação titular, pois perder o lateral Wesley modificou o planejamento da comissão técnica na reta final de preparação. Ao ser perguntado, Vini Jr. elogiou a adaptação coletiva, mas não comentou nada sobre o novo esquema tático:
“Acredito que a gente tem se adaptado muito bem com os jogadores que temos. É uma pena perder o Wesley, desejamos melhora para ele o quanto antes. Sobre como vamos jogar, não vou falar, porque o Marrocos pode ver o nosso planejamento.”
Por fim, o clima interno na seleção transborda camaradagem e nostalgia, especialmente com o reencontro de velhos parceiros das categorias de base. Vini Jr. celebra essa convivência diária com antigos amigos, como Paquetá e Bruno Guimarães, classificando a experiência como “os melhores dias” de sua vida. Além disso, o atacante fez questão de reverenciar a profunda influência técnica de Neymar em seu próprio estilo de jogo. Ele admitiu abertamente que aprendeu “todos os movimentos” observando o ídolo e aguarda seu retorno com urgência.
