Foto/Divulgação: CBF
Por Guilherme Pinheiro
Onze atletas da Seleção jogarão a Copa do Mundo pela primeira vez na carreira. As opções na defesa são Gabriel Magalhães, Ibañez, Léo Pereira, Douglas Santos, Danilo Santos e Wesley. Além disso, o ataque também recebeu sangue novo com Luiz Henrique, Igor Thiago, Matheus Cunha, Endrick e Rayan.
Os estreantes de Carlo Ancelotti podem ditar o ritmo dessa nova etapa da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026. Mesclar jogadores cascudos com estreantes é uma estratégia que pode render frutos ao técnico italiano.
Rasgar o “manual da cautela” nunca foi o estilo de Carlo Ancelotti e para levantar o troféu será necessário aproveitar jogadores que já atuaram em outras copas. Neymar desembarca na América do Norte para sua quinta edição do torneio, buscando alcançar o maior título da carreira. Casemiro e Marquinhos carimbam o passaporte pela terceira vez. Alisson, Danilo e Alex Sandro também adicionam uma bagagem essencial ao elenco.
Vini Jr. e Raphinha entram nessa equação como peças fundamentais do ataque, dividindo o peso da responsabilidade com os jogadores mais experientes do elenco. Encontrar a sintonia fina entre as duas gerações vai ditar o destino e o sucesso da Seleção Brasileira na competição.

O início da nossa jornada será no dia 13 de junho contra o Marrocos, direto de Nova Jersey. Contudo, o sorteio entregou um caminho inicial perfeito para testes de formação. Escócia e Haiti fecham o nosso grupo na primeira fase. Dessa forma, a comissão técnica ganha margem de erro para azeitar o posicionamento sem desespero.
Gastar esses 270 minutos iniciais como laboratório prático é uma obrigação, mas avançar em busca da liderança é algo que deve acontecer de forma natural. Acima de tudo, ignorar a transição geracional parou de ser uma opção viável na seleção. Ancelotti bateu no peito e montou seu xadrez prezando pelo equilíbrio.
